Reflexão do dia 22 de julho
O BOM E O MAU
Clique para ver a reflexão na íntegra
Clique aqui para ingressar no aabr

Como posso saber se sou realmente um alcoólico?

Somente você poderá decidir. Muitos daqueles que agora estão em A.A. têm sido considerados como não alcoólicos. Diziam que precisavam de mais força de vontade, uma mudança de ambiente, mais descanso ou alguns interesses novos a fim de corrigir o problema.

Essas mesmas pessoas acabaram procurando A.A. porque sentiram, no íntimo, que o álcool as havia vencido e estavam dispostas a tentar qualquer coisa que as libertasse da compulsão de beber.

Alguns desses homens e mulheres passaram por experiências medonhas com o álcool antes de admitirem que a bebida não lhes servia. Tornaram-se marginais, roubaram, mentiram, enganaram e até mataram enquanto bebiam. Tiravam vantagem de seus empregadores e abusaram de seus familiares. Mostraram-se totalmente irresponsáveis em todas as suas relações sociais. Dissiparam seus patrimônios materiais, mentais e espirituais.

Muitos outros, com histórias menos trágicas, também procuraram A.A. Nunca foram presos ou hospitalizados. É possível que seus excessos no beber não tenham sido notados nem mesmo pelos seus parentes e amigos mais próximos. Mas conheceram o alcoolismo como doença progressiva, o suficiente para atemorizá-los.

Eles passaram a fazer parte de A.A. antes de ter que pagar um preço muito alto.

Costuma-se dizer em A.A. que ninguém é um pouco alcoólico. Ou você é ou não é.

E somente o indivíduo envolvido poderá dizer se o álcool para ele se tornou um problema incontrolável.

Alcoólicos Anônimos do Brasil - Todos os direitos reservados 2019